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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Semana da Interculturalidade já tem data!


+ info:
Maria José Vicente
Departamento de Desenvolvimento e Formação
EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza
Rua de Costa Cabral, 2368
4200 - 218 Porto
Tel. 00351 225420806  Fax. 00351 225403250


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

AÇÃO DE FORMAÇÃO, Faro




Práticas colaborativas na intervenção social junto de pessoas e famílias que enfrentam doença mental (para profissionais sociais)  

Na intervenção social e comunitária, os profissionais deparam-se frequentemente com pessoas e famílias que enfrentam dificuldades ao nível da sua saúde mental que afetam a sua capacidade de viver de forma plena e autónoma. A identificação e amplificação das forças e recursos familiares em situações continuadas de vulnerabilidade económica, social e de saúde, constitui um desafio que requer uma permanente atualização e treino de competências/técnicas. Esta formação pretende preparar os profissionais sociais para: i) conhecer os sintomas de quadros sintomatológicos de doença mental – quais as manifestações e como responder adequadamente; ii) reconhecer e descrever comportamentos que causam preocupação (e não a realizar um diagnóstico clínico) e iii) identificar estratégias para facilitar a prestação de apoio psicossocial a pessoas e famílias que experienciam doença mental.
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
1.            As abordagens colaborativas (centradas nas soluções): componentes centrais
2.            A intervenção familiar em contextos não clínicos: orientações e limites
3.            Papel do Profissional Social na intervenção junto de pessoas e famílias que enfrentam doença mental
4.            Competências para lidar com pessoas/famílias que enfrentam doença mental
5.            Intervenção social e familiar em situações específicas: estratégias e limitações (e.g., perturbações do humor; psicoses; perturbação de acumulação)

OBJETIVO GERAL
Esta ação de formação pretende capacitar os profissionais que estão na prática direta para o uso de técnicas e estratégias centradas nas soluções junto de pessoas e famílias que enfrentam doença mental em contextos de vulnerabilidade social/económica. Através da realização de exercícios práticos (e.g., análise de casos; preparação de visitas domiciliárias) os profissionais irão planear e desenvolver uma abordagem colaborativa que contribua para o aumento da auto-confiança no trabalho social junto das pessoas e famílias que enfrentam doença mental.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  1. Compreender os princípios das abordagens centradas nas soluções junto de pessoas e famílias que enfrentam doença mental
  2. Reconhecer o papel, competências e limitações do profissional social no trabalho não-clínico
  3. Desenvolver competências de planeamento e entrevista familiar
  4. Compreender a complexidade e os desafios inerentes à intervenção familiar junto de públicos vulneráveis e resilientes específicos.

METODOLOGIAS DE FORMAÇÃO E AVALIAÇÃO
A metodologia de ensino-aprendizagem conjuga o método de exposição participada, com metodologias mais dinâmicas, ativas e experienciais. Inclui análise e discussão de casos e treino especifico de competências aplicadas ao atual contexto da intervenção social.

DIAS 15 e 16 março
HORÁRIO 9h30 às13h00 e das 14h00 às 17h30
DURAÇÃO 14 horas
LOCAL Sala da Assembleia Municipal - Loulé
INSCRIÇÃO Associados da EAPN Portugal: 35€ // Não associados: 55€
PÚBLICO-ALVO Técnicos e dirigentes de ONG’s e Organismos Públicos
ÁREA DE FORMAÇÃO 762 – Trabalho Social e Orientação
MODALIDADE DE FORMAÇÃO Formação contínua de atualização.
FORMA DE ORGANIZAÇÂO Formação presencial
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO Prioridade a associados da EAPN Portugal // Número de ordem de receção da inscrição
CERTIFICADO DE FORMAÇÃO Presença obrigatória em pelo menos 80% do total da duração da ação e aproveitamento no final da formação
FORMADORA
Sofia Rodrigues – Psicóloga, Terapeuta Familiar e Doutoranda em Psicologia na Universidade de Aveiro; Licenciada em Psicologia, ramo Psicologia Clínica Dinâmica-Sistémica; Pós-graduada em Análise e Intervenção Familiar; Especialização em Intervenção Sistémica e Familiar pela Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar; Co-Autora do livro “Famílias pobres: desafios à intervenção social”. Desenvolve diversas atividades de consultoria, supervisão e formação para profissionais em território nacional nas áreas de intervenção social com famílias muito vulneráveis, gestão de caso, abordagens colaborativas e metodologia Photovoice.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÔES Ficha de Inscrição em anexo // A Ficha de Inscrição pode ser fotocopiada

Após confirmação da sua inscrição, o pagamento deverá ser efetuado por transferência bancária, numerário ou cheque (à ordem de EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza/Portugal, Associação).


As inscrições são limitadas a 20 participantes e devem ser realizadas até ao próximo dia 8 de Março para:
EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Faro
Rua D.Jerónimo Osório nº 5, 2º Dto, 8000-307 Faro
Telem 914214522 | E-mail:  n.faro@eapn.pt

AÇÃO DE FORMAÇÃO, Lisboa



As abordagens colaborativas na intervenção social com famílias muito vulneráveis 

2ª edição!
As famílias muito vulneráveis que vivem em contextos de pobreza/exclusão social, encontram-se entre os grupos populacionais que enfrentam mais dificuldades, ao mesmo tempo que se incluem nos grupos mais difíceis de ajudar.
Não raras vezes, estas famílias são apontadas como sinónimo de “fracasso” na intervenção social, pois o envolvimento com os sistemas sociais tende a prolongar-se no tempo sem que ocorra uma significativa melhoria na sua qualidade de vida. Profissionais e famílias entram assim, num “ciclo de desespero”, gerador de sentimentos de ineficácia e impotência em todos os envolvidos (famílias, profissionais, instituições) que tornam as expectativas de sucesso diminutas ou inexistentes.
Aplicadas ao contexto da intervenção social, as abordagens colaborativas (centradas nas soluções e nas competências) têm vindo a oferecer um amplo conjunto de princípios filosóficos e práticas que ajudam os profissionais na ativação e captação das forças dos indivíduos e/ou famílias em situação de pobreza. Partindo de e para o conhecimento dos profissionais que trabalham diretamente com esta população, esta formação pretende repensar as formas de intervir com as famílias vulneráveis e abordar as estratégias com sucesso na intervenção social com estas famílias.



CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
1.      Os clientes/famílias vulneráveis e com múltiplos problemas: caracterização
2.     O atual momento entre paradigmas na intervenção social: das abordagens centradas nos problemas às abordagens colaborativas (centradas nas soluções e nas forças)
3.     As abordagens colaborativas: princípios e atuação junto de clientes vulneráveis
4.     As estratégias com sucesso na intervenção social: relação de confiança, flexibilidade, tempo, informalidade, ajudas práticas e materiais e a gestão de caso
5.     O modelo de gestão de caso: origem, definição, princípios, objetivos, critérios para implementação em diferentes contextos organizacionais
6.     O processo de gestão de caso: fases/elementos-chave (Admissão/triagem; avaliação/diagnóstico; planeamento; suporte direto; coordenação/parcerias; monitorização/revisão; encerramento do caso e acompanhamento; avaliação) e boas práticas
7.     A figura do gestor de caso: competências e ações para fortalecer uma prática colaborativa
8.     A centralidade da relação: estratégias para envolver clientes “difíceis” na intervenção
9.     Abordagem colaborativa nas visitas domiciliárias: princípios e boas práticas
10.   Desafios que se colocam ao interventor no atual contexto de intervenção

OBJETIVO GERAL
Nesta ação de formação, pretende-se abordar o papel do interventor/gestor de caso na intervenção com públicos muito vulneráveis, com especial enfoque na compreensão e desenvolvimento das abordagens colaborativas (centradas nas soluções e nas competências) e na relação profissional-cliente.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
-         Compreender a relevância da implementação das abordagens colaborativas no atual contexto da intervenção social junto de famílias muito vulneráveis
-         Identificar os princípios e boas práticas subjacentes às abordagens colaborativas
-         Identificar estratégias, técnicas, atitude para desenvolver uma abordagem colaborativa junto de famílias vulneráveis
-        Explorar os desafios que se colocam à operacionalização das abordagens colaborativas no atual sistema de intervenção


METODOLOGIAS DE FORMAÇÃO E AVALIAÇÃO
Privilegia-se o uso de metodologias participativas e dinâmicas que valorizem a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal: método interativo e expositivo. Avaliação contínua de pergunta-resposta entre formador e formandos; realização de exercícios práticos durante a sessão e análise e discussão de casos práticos.



DIAS 12, 13, 20 e 21 de março 2018
HORÁRIO 10h00 às13h00 e das 14h00 às 17h00
DURAÇÃO 24h
LOCAL Núcleo Distrital de Lisboa da EAPN Portugal | Av.de Berna, 11, 2º andar | 1050-036 Lisboa
INSCRIÇÃO Associados da EAPN Portugal: 60€ // Não associados: 100€
PÚBLICO-ALVO Profissionais da área social
ÁREA DE FORMAÇÃO 762 – Trabalho Social e Orientação
MODALIDADE DE FORMAÇÃO  Formação contínua de atualização
FORMA DE ORGANIZAÇÃO Formação presencial
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO Prioridade a associados/as da EAPN Portugal // Número de ordem de receção da inscrição
CERTIFICADO DE FORMAÇÃO Presença obrigatória em pelo menos 80% do total da duração da ação e aproveitamento no final da formação
FORMADOR/A Sofia Rodrigues. Doutoranda em Psicologia na Universidade de Aveiro; Pós-graduada em Análise e Intervenção Familiar; Especialização em Intervenção Sistémica e Familiar pela Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar; Desenvolve diversas atividades de consultoria, supervisão e formação para profissionais em território nacional nas áreas de intervenção social com famílias muito vulneráveis e metodologia PhotoVoice. Tem participado em diversas iniciativas no combate à pobreza e exclusão social. Acresce a participação e condução em diversas Conferências e Seminários em Portugal e no estrangeiro. É coautora de diversos artigos científicos, capítulos de livros nacionais e internacionais e revistas internacionais na área da psicologia, intervenção comunitária, pobreza e exclusão social e cidadania.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES Ficha de Inscrição em anexo // A Ficha de Inscrição pode ser fotocopiada
Após confirmação da sua inscrição, o pagamento deverá ser efetuado por transferência bancária, numerário ou cheque (à ordem de EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza/Portugal, Associação).
As inscrições são limitadas a 20 participantes e devem ser realizadas até ao próximo dia 7 de março para:
EAPN Portugal/Núcleo Distrital de Lisboa
Av.de Berna, 11, 2º andar - 1050-036 Lisboa
Telefone: 910399250 | e-mail: lisboa@eapn.pt

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

AÇÃO DE FORMAÇÃO, Leiria



 + info:
Patrícia Grilo
Técnica do Núcleo Distrital de Leiria
EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza
Rua Miguel Franco, lote 8, 102, loja 1 e 2
2400-191 Leiria
Tel. +00351 244 837 228 | Fax: + 00351 244 837 229

Estratégia de combate à pobreza e exclusão social - A importância de uma responsabilidade coletiva, em Lisboa



Estratégia de combate à pobreza e exclusão social - 
A importância de uma responsabilidade coletiva 
- 21 de março – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa


Este ano,  pela altura do equinócio da Primavera, acontece no nosso país um debate que merece o Alto Patrocínio da Presidência da República e, naturalmente, merce também a sua atenção e participação.

Como sabemos, a luta contra a pobreza e a exclusão social é uma luta contínua e persistente e exige o compromisso absoluto de todos nós, da sociedade em geral.
Não podemos, de forma nenhuma, desistir ou abrandar a expectativa de construirmos um mundo realmente melhor, realmente justo, onde a promoção da inclusão social e da igualdade de oportunidades funcionem em pleno.

Por isso, ente os convictos e múltiplos passos que temos de dar, está a reflexão conjunta e abrangente em torno da luta contra a pobreza e a exclusão social. Desta forma , partilhando experiências e conhecimentos diversos, encontraremos caminhos mais credíveis para que as ações se convertam em políticas efetivas, duradouras e justas direcionadas, sem nenhuma interceção, ao ser humano, à sua total realização.

É este o compromisso que lhe pedimos para assumir, connosco. Não só neste dia em que, mais uma vez, nos reunimos, sob o signo da luta contra a pobreza e a exclusão social, mas todos os dias, nas nossas ações quotidianas de luta contra este flagelo social que impede a felicidade coletiva e individual. Enquanto país, enquanto indivíduos temos o dever desta luta. E a obrigação de a ganhar. Em nome da Humanidade.

Este fórum é uma oportunidade singular de todos os cidadãos, em particular os cidadãos em situação de pobreza e exclusão social, as organizações sociais, os sindicatos, os jornalistas e os partidos políticos se focarem neste tema e debaterem até serem encontradas mais soluções, nomeadamente a importância de operacionalizar uma estratégia nacional de luta contra a pobreza e exclusão social.

Não hesite. Junte-se a nós e consulte o programa.
As inscrições podem ser enviadas, até ao dia 16 de março, para: mj.vicente@eapn.pt

+ info:
Maria José Vicente
Departamento de Desenvolvimento e Formação
EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza
Rua de Costa Cabral, 2368
4200 - 218 Porto
Tel. 00351 225420806  Fax. 00351 225403250



Encontro de Jovens, Castelo Branco



Já estamos a trabalhar no Encontro Nacional de Jovens 

deste ano...dia 20 de abril, em Castelo Branco.

+ info: mj.vicente@eapn.pt

AÇÃO DE FORMAÇÃO, Setúbal

A gestão de casos colaborativa na intervenção social com pessoas/famílias em situação de vulnerabilidade: da teoria à prática
No âmbito da intervenção social, a gestão de casos tem sido definida como um processo colaborativo de prestação de serviços que incorpora uma dupla vertente: (i) suporte direto ao/à cliente, assente no desenvolvimento de um plano individualizado de suporte e (ii) coordenação e optimização dos recursos in/formais disponíveis de modo a garantir uma resposta ajustada às necessidades particulares dos/as clientes. Esta abordagem tem sido apontada como eficaz na intervenção social junto de populações muito vulneráveis (com múltiplas necessidades e envolvidas em rotas de pobreza e exclusão social), dado que necessitam de uma ampla gama de apoio proveniente de diferentes profissionais e serviços. No entanto, a implementação do modelo de gestão de caso afigura-se como um desafio para todos os/as envolvidos/as no sistema de intervenção social actual: serviços, profissionais e clientes.
OBJETIVOS
Esta ação de formação pretende fornecer um espaço de discussão e reflexão sobre boas práticas, estratégias eficazes, constrangimentos e desafios que se colocam à operacionalização do modelo de gestão de caso colaborativo no actual contexto da intervenção social. Procura-se fortalecer os/as profissionais que se encontram na prática directa para intervir (pensar e actuar) mais eficazmente junto dos/as clientes vulneráveis em cada uma das fases do modelo de gestão de caso colaborativo. Será dado especial enfoque sobre os elementos centrais que compõem uma relação de ajuda, incluindo a construção de confiança, o estabelecimento e negociação de objetivos, envolvimento e motivação dos/as clientes, procedimentos e documentação a adoptar durante o processo de ajuda.
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
A formação desenvolve-se ao longo de 12 sessões mensais e integra uma componente teórica (assente nos princípios e actuação das abordagens colaborativas e centradas nas competências) e de reflexão prática (estratégias e boas práticas). A formação será constituída por um total de 72 horas presenciais (12 sessões mensais/6h).
METODOLOGIA DE FORMAÇÃO E AVALIAÇÃO
Privilegia-se o uso de metodologias dinâmicas, participativas e criativas que valorizem a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal: análise de casos e treino de competências práticas através de preparação de entrevistas e técnica de role-playing, visionamento e discussão de filmes. Avaliação contínua de pergunta-resposta entre formador/a e formandos/as; realização de exercícios práticos durante a sessão e de trabalhos individuais ou equipa.


DIAS: 09/03; 10/04; 15/05; 05/06 e 26/06; 17/07; 20/09; 02/10 e 23/10; 13/11; 12/12 de 2018
HORÁRIO 10.00h às 13.00h e das 14.00h às 17.00h
DURAÇÃO: Total -66 horas presenciais / 6horas cada sessão
INSCRIÇÃO: Pagamento na totalidade = 220€; ou Pagamento em 2 prestações: 120€ (6 sessões) +100€ (5 sessões)
LOCAL: CPCJ de Almada: Rua Dr. António Elvas A, 2810-262 Feijó – Almada.
PÚBLICO-SUJEITO: Profissionais de organizações de intervenção social
PRÉ-REQUISITO: Ter frequentado ações de formação sobre Abordagens Colaborativas promovidas em 2017
ÁREA DE FORMAÇÃO 762 – Trabalho Social e Orientação
MODALIDADE DE FORMAÇÃO Formação contínua de atualização
FORMA DE ORGANIZAÇÂO Formação presencial
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO Prioridade a Associados/as da EAPN Portugal // Número de ordem de receção de inscrição
CERTIFICADO DE FORMAÇÃO Presença obrigatória em pelo menos 80% do total da duração da ação e aproveitamento no final da formação
FORMADORA
Sofia Rodrigues Doutoranda em Psicologia na Universidade de Aveiro; Licenciada em Psicologia, ramo Psicologia Clínica Dinâmica; Pós-graduada em Análise e Intervenção Familiar; Especialização em Intervenção Sistémica e Familiar pela Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar; Integra a equipa do Gabinete de Investigação em Saúde Familiar e Comunitária da Universidade de Aveiro; Co-Autora do livro “Famílias pobres: desafios à intervenção social”.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÔES A ficha de inscrição pode ser fotocopiada
Após confirmação da sua inscrição, o pagamento deverá ser efetuado por transferência bancária (NIB 0033 0000 000 45757781 95), numerário ou cheque (à ordem da EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza/Portugal, Associação).

As inscrições são limitadas a 16 participantes e devem ser realizadas até ao próximo dia 5 de março para:
EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Setúbal
Avenida Dom João II, Nº14 R/C Dto - 2910-548 Setúbal. Tlm: 936873916 | setubal@eapn.pt