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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Entrevista com Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal



Sofia Colares Alves
Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal

“Os líderes nacionais têm que dar provas aos seus cidadãos,
de forma clara e inequívoca, das vantagens do projeto europeu”

A sua voz, suave e convicta, tem o timbre da serenidade que a sua imagem transmite. No entanto, ativíssima, confiante e europeísta confessa, anda sempre numa roda-viva. Em julho deste ano, Sofia Colares Alves, assumiu a chefia da Representação da Comissão Europeia em Portugal e, como todos os chefes das representações da Comissão Juncker, foi nomeada pelo Presidente tornando-se sua "embaixadora", rosto e voz da Comissão Europeia em Portugal. Sofia Colares Alves nasceu em África há 45 anos e a sua vida profissional não a impediu de dar vida a outras vidas e de cuidar: é mãe do José (14 anos), da Inês (12) e da Alice (9). Depois de muitas voltas, está, novamente, em Portugal, mas a família é um claro exemplo do quanto é europeia: “lá em casa o ambiente é muito multicultural; falamos 4 línguas. O pai dos meus filhos é franco-alemão e quando decidimos fundar uma família anuímos que Bruxelas, para que nenhum de nós tivesse que sacrificar a sua carreira, seria o território mais “neutro” para vivermos”, disse à FOCUSSOCIAL. E assim é. Anda cá e lá, de sorriso nos lábios. Faz o que gosta e nunca se autolimitou. Aliás, entende que esse possa ser o segredo para gerir a sua vida tão ativa e desafiante. Ser “persistente, organizada, otimista e alegre” são características que encontra em si e que, às vezes, diz entre sorrisos, “exasperam a minha equipa. Porque mesmo estando a correr bem, acho que pode correr melhor”.
Sempre sentiu esse apelo do mundo, para transpor fronteiras e, de certa forma, os seus sonhos cedo lhe pediram mais asas. Viveu e estudou no Porto; viveu e estudou em Lisboa e, depois, voou para a Bruges, Bruxelas e Luxemburgo. Somou uma experiência de mais de vinte anos no domínio dos assuntos europeus e internacionais. “Advogada experiente, exerce funções na Comissão Europeia desde 2003, na área da política da concorrência. Começou por desempenhar funções na unidade Transportes da Direção-Geral «Concorrência», depois de ter trabalhado como referendária na secção do juiz Moura Ramos, no Tribunal de Primeira Instância das Comunidades Europeias, no Luxemburgo”. O seu vasto curriculum atesta o dinamismo e a responsabilidade com que encara os desafios que lhe são propostos. “Sempre trabalhei com muita pressão e comprometimento” mas também reconhece “a sorte de ter boas chefias” e nunca ter sentido “discriminação, por ser mulher. A igualdade de género é fortemente apoiada pela Comissão Europeia”.
Sob o lema uma “Europa que protege, capacita e defende” a Comissão já delineou a agenda para 2017 e Sofia Colares Alves reforça que “os países da UE precisam de se manter unidos no Conselho Europeu para definir uma agenda ambiciosa e eficiente para os próximos anos. Devemos cooperar mais e encontrar sinergias em áreas fundamentais para a vida das pessoas.” E acrescenta: “Há muita concordância entre as posições da Comissão e as do Governo português sobre matérias tão importantes como a necessidade de acelerar os mecanismos de proteção da segurança interna da Europa para salvaguardar o Espaço Schengen; também sobre a necessidade de a Europa investir mais na sua própria defesa. E não fica por aqui. Diz mais sobre esta e outras matérias. E diz também que gostaria de ouvir mais vezes a pergunta “Como é que podemos participar?”, na construção de uma Europa melhor, chamando, por exemplo, a atenção para as consultas públicas. No momento, uma em particular, sobre o Pilar Europeu dos Direitos Sociais.
Nas leituras recomenda-nos um romance de aprendizagem – A Arte da Alegria – título sugestivo que nos remete para a história dos primeiros cinquenta anos do século XX europeu, dos seus fervores políticos e não só. Diz-se inspirada pela “nossa Maria Helena Vieira da Silva” e, por sua vez, nós sentimo-nos induzidos a retirar do “Testamento”, escrito pela pintora, o “ponto final” para encerrar a nossa breve conversa. Como se a Europa fosse aquela velha amiga a quem desejamos, confiantes mas compreensivelmente receosos, todas as cores! Nomeadamente “Um azul cobalto para a felicidade”; “Um verde veronese para a memória” (…); Um anil para poder afinar o espírito com a tempestade e “ Um laranja para exercitar a visão (…)”.

Entrevista AQUI


AÇÃO DE FORMAÇÃO, Évora

+ INFO:
Maria José Guerreiro
Técnica do Núcleo Distrital de Évora
EAPN Portugal /Rede Europeia Anti-Pobreza
Urbanização Vila Lusitano, Rua Frei José Maria Évora, n.º 25
7000-244 Évora
Tel.: +00351 266731141


Aconteceu no Núcleo Distrital de Santarém


«No âmbito do plano de ação de 2017 o Núcleo Distrital de Santarém, por desafio dos seus associados, está a desenvolver várias iniciativas na área das Empresas Sociais.
É neste contexto que na passada sexta que o CEO da IPSS Let’s Help esteve em Santarém, , onde esteve à conversa com… dirigentes e técnicos das IPSS do distrito sobre a metodologia de trabalho da Let’s Help – ganhar e investir, focando os seguintes tópicos: 
 Inovar nas formas de angariação e de investimento das verbas aplicadas aos diversos projetos sociais;
 Tornar sustentáveis os projetos e negócios desenvolvidos, bem como os projetos sociais financiados;
 “Ganhar em vez de pedir, investir em vez de dar – ganhar para investir”;
 Ganhar dinheiro de forma autónoma e sustentável, para poder investi-lo em causas sociais concretas que potenciem a autonomia e sustentabilidade da economia social.
Francisco Mello e Castro apresentou ainda o Projeto RECLUSA, recentemente apoiado pela entidade que representa.
Brevemente, iremos realizar mais ações com esta temática, acompanhe-nos!
Ricardina B. Dias
Núcleo Distrital de Santarém
EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza
santarem@eapn.pt
Rua Prior do Crato, nº 2 ,
2005-364 Santarém
Telefone: 00351 243306279;

AÇÃO DE FORMAÇÃO, Beja

AÇÃO DE FORMAÇÃO
COACHING: A ARTE DE DESENVOLVER OS OUTROS
O coaching pode ser tomado como um processo que visa fomentar no colaborador o conhecimento de si mesmo e impulsionar o desejo de melhorar ao longo do tempo, bem como a orientação necessária para que a mudança se produza.Trata-se, portanto, de uma filosofia de liderança que assenta na ideia de que o desenvolvimento e a aquisição de competências são processos contínuos e da responsabilidade de todos, e não apenas episódios limitados no tempo e espoletados pela hierarquia. A lógica do coaching tende pois a ser privilegiada nas organizações genuinamente aprendentes, nas quais a responsabilidade pelo desenvolvimento é pessoal, embora apoiada e enquadrada pela organização.
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
1-Coaching e Desenvolvimento Pessoal
2 - Coaching e desenvolvimento de competências
3 - Coaching no âmbito da intervenção social
4 - Desenvolvimento de um plano global de Coaching
OBJETIVO GERAL // OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Esta formação visa ajudar a revelar potencial dos colaboradores das ONG e conseguir uma cultura de aprendizagem na equipa e dotar os participantes de técnicas de coaching para que possam mais eficientemente desenvolver competências pessoais nas suas equipas de trabalho e nas áreas de intervenção social.
METODOLOGIAS DE FORMAÇÃO E AVALIAÇÃO
Privilegia-se o uso de metodologias participativas e dinâmicas que valorizem a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal: método interativo e expositivo, com treino de competências. Avaliação contínua de pergunta-resposta entre formador e formandos; realização de exercícios práticos durante a sessão.
DIA 7 e 8 de fevereiro de 2017
HORÁRIO 9h30 às12h30 e das 14h00 às 17h00
DURAÇÃO 12 horas
LOCAL Instalações do Núcleo Distrital de Beja em Rua do Jornal Ala Esquerda, 20 | 7800-301 Beja
INSCRIÇÃO Associados da EAPN Portugal: 30€ // Não associados: 50€
PÚBLICO-ALVO Técnicos/as, Coordenador/as, Diretores/as, monitores/as das Respostas sociais, etc.
ÁREA DE FORMAÇÃO 762 – Trabalho Social e Orientação
MODALIDADE DE FORMAÇÃO Formação contínua de atualização
FORMA DE ORGANIZAÇÃO Formação presencial
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO Prioridade a associados da EAPN Portugal // Número de ordem de receção da inscrição
CERTIFICADO DE FORMAÇÃO Presença obrigatória em pelo menos 80% do total da duração da ação
FORMADORA Vânia Weissberg
Psicóloga e coach
Master em programação neurolinguistica
Certificação internacional de coaching evolutivo
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES Ficha de Inscrição em anexo // A Ficha de Inscrição pode ser fotocopiada
Após confirmação da sua inscrição, o pagamento deverá ser efetuado por transferência bancária, numerário ou cheque à ordem de EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza/Portugal, Associação, até ao dia 2 de fevereiro
As inscrições são limitadas a 20 participantes e devem ser realizadas até ao próximo dia 2 de fevereiro para:
EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Beja
Rua do Jornal Ala Esquerda, 20 | 7800-301 Beja
telefone: 284325744 fax: 284325745 e-mail: n.beja@eapn.pt

AÇÃO DE FORMAÇÃO, Castelo Branco



Aconteceu no núcleo distrital de Vila Real


AÇÃO DE FORMAÇÃO, Évora


TERTÚLIA: Integração das pessoas de etnia cigana no mercado de trabalho


AÇÃO DE FORMAÇÃO, Vila Real

+ info:
Catarina Oliveira 
EAPN Portugal/Rede Europeia Anti – Pobreza
Técnica do Núcleo Distrital de Vila Real
vilareal@eapn.pt
Rua Dr. Francisco Sales da Costa Lobo, lote 5, -1 rc/esquerdo 3 B
5000-260 Vila Real
T: +00351 259322579 F: +00351 259322001
www.eapn.pt

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

nova direcção da EAPN Portugal/ quadriénio 2017 - 2020


No passado dia 16 de janeiro, às 18 horas, na sede da EAPN Portugal, tomou posse a nova direcção da EAPN Portugal para o quadriénio 2017 - 2020.

Mesa Assembleia Geral

Presidente: Dr. João de Andrade de Almeida Garrett
1º Secretário: Dr. Luís Artur Ribeiro Pereira
2º Secretário: Dr. José Manuel Lemos Pavão

Direção

Presidente: Pe. Agostinho Cesário Jardim Moreira
Vice-Presidente: Dr. José Alberto Mendes Falcão dos Reis
Secretário: Dr.ª Maria Joaquina Madeira
Tesoureiro: Dr. Paulo Jorge da Costa Ramalho
Vogal: Dr.ª Maria Luísa Fernandes Dantas da Silva

Conselho Fiscal

Presidente: Dr. Afonso da Cunha Fernandes
1º Vogal: Dr. Paulo Jorge Rendeiro Correia de Sousa
2º Vogal: Dr. António Carlos de Sousa Pinto

Delegado ao Comité Executivo

Dr. Sérgio Augusto Leite Aires

Suplentes

Direção

Dr. António Manuel Fernandes Condé Pinto
Dr. Manuel Oliveira Seabra
Dr.ª Isabel Maria Marinho Vaz de Freitas
Dr. José Miguel Correia de Lemos Pavão
Dr. José Luís Cortés da Cunha Leão

Conselho Fiscal

Dr. António de Almeida Pinto Marques
Dr.ª Sandra Ribeiro Silva
Dr. Carlos Ochôa de Almeida

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

AÇÃO DE FORMAÇÃO, Beja


  Coaching: a arte de desenvolver os outros


O coaching pode ser tomado como um processo que visa fomentar no colaborador o conhecimento de si mesmo e impulsionar o desejo de melhorar ao longo do tempo, bem como a orientação necessária para que a mudança se produza.Trata-se, portanto, de uma filosofia de liderança que assenta na ideia de que o desenvolvimento e a aquisição de competências são processos contínuos e da responsabilidade de todos, e não apenas episódios limitados no tempo e espoletados pela hierarquia. A lógica do coaching tende pois a ser privilegiada nas organizações genuinamente aprendentes, nas quais a responsabilidade pelo desenvolvimento é pessoal, embora apoiada e enquadrada pela organização.


CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
1-Coaching e Desenvolvimento Pessoal
2 - Coaching e desenvolvimento de competências
3 - Coaching no âmbito da intervenção social
4 - Desenvolvimento de um plano global de Coaching


OBJETIVO GERAL // OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Esta formação visa ajudar a revelar potencial dos colaboradores das ONG e conseguir uma cultura de aprendizagem na equipa e dotar os participantes de técnicas de coaching para que possam mais eficientemente desenvolver competências pessoais nas suas equipas de trabalho e nas áreas de intervenção social.


METODOLOGIAS DE FORMAÇÃO E AVALIAÇÃO
Privilegia-se o uso de metodologias participativas e dinâmicas que valorizem a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal: método interativo e expositivo, com treino de competências. Avaliação contínua de pergunta-resposta entre formador e formandos; realização de exercícios práticos durante a sessão.


DIA 7 e 8 de fevereiro de 2017
HORÁRIO 9h30 às12h30 e das 14h00 às 17h00
DURAÇÃO 12 horas
LOCAL Instalações do Núcleo Distrital de Beja em Rua do Jornal Ala Esquerda, 20 | 7800-301 Beja
INSCRIÇÃO Associados da EAPN Portugal: 30 // Não associados: 50
PÚBLICO-ALVO Técnicos/as, Coordenador/as, Diretores/as, monitores/as das Respostas sociais, etc.
ÁREA DE FORMAÇÃO 762 – Trabalho Social e Orientação
MODALIDADE DE FORMAÇÃO Formação contínua de atualização
FORMA DE ORGANIZAÇÃO Formação presencial
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO Prioridade a associados da EAPN Portugal // Número de ordem de receção da inscrição
CERTIFICADO DE FORMAÇÃO Presença obrigatória em pelo menos 80% do total da duração da ação

FORMADORA   Vânia Weissberg

Psicóloga e coach
Master em programação neurolinguistica
Certificação internacional de coaching evolutivo

 Após confirmação da sua inscrição, o pagamento deverá ser efetuado por transferência bancária, numerário ou cheque à ordem de EAPN Rede Europeia Anti-Pobreza/Portugal, Associação, até ao dia 2 de fevereiro

As inscrições são limitadas a 20 participantes e devem ser realizadas até ao próximo dia 2 de fevereiro para:
EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Beja
Rua do Jornal Ala Esquerda, 20 | 7800-301 Beja
telefone: 284325744    fax: 284325745   e-mail: n.beja@eapn.pt


Pilar Europeu dos Direitos Sociais: Resposta da EAPN Portugal à Consulta Pública





Resposta da EAPN Portugal à Consulta Pública



A 8 de Março de 2016 a Comissão Europeia lançou uma consulta pública sobre a sua proposta de criação de um Pilar Europeu dos Direitos Sociais. Segundo a Comissão, “uma vez estabelecido, o Pilar deverá tornar-se o quadro de referência para analisar o desempenho social e de emprego dos diferentes Estados-membros, conduzir a reformas do ponto de vista nacional e, mais especificamente, servir de bússola para o renovado processo de convergência da zona euro”. A proposta apresentada, e que está na base da consulta pública, apresenta 20 domínios prioritários de intervenção, agrupados em 3 grandes categorias temáticas: Igualdade de Oportunidades e acesso ao Mercado de Trabalho; Condições de Trabalho Justas e Proteção Social Adequada e Sustentável. A EAPN Portugal considera a proposta de extrema importância, mas reitera a necessidade de garantir que esta permita trazer um novo equilíbrio da agenda europeia, nomeadamente, ao nível social e da luta contra a pobreza e a exclusão social. De seguida é apresentado o documento de resposta da EAPN Portugal à Consulta Pública.


Sobre a situação social e o «acervo» social da União Europeia
1. Quais são as prioridades sociais mais prementes em matéria social e de emprego?
·         Combater as desigualdades na definição e distribuição dos rendimentos que são bastante significativas ao nível nacional (o indicador S80/S20 foi de 6.0 em Portugal em 2014), mas também entre os diversos Estados-Membros.
·         Combater a pobreza e a exclusão social. Em Portugal assistiu-se a um crescimento significativo deste fenómeno (26.7% em 2015 – indicador AROPE) para todos os grupos populacionais, com destaque para as crianças. O mesmo se verificou na Europa (1 em 4 europeus estava em situação de pobreza e exclusão social).
·         Contrariar o ataque permanente aos direitos sociais e aos sistemas de bem-estar, reforçando a existência de sistemas adequados de proteção social (no que diz respeito à sua adequação, cobertura e elegibilidade). A aposta na criação de esquemas de rendimento mínimo deveria ser uma prioridade a nível nacional e de todos os Estados Membros.
·         Garantir o acesso a serviços públicos universais e de qualidade para todos os cidadãos (em especial serviços de proteção social, habitação e saúde). Contrariar a tendência para a privatização e mercantilização destes serviços.
·         Combater a ativação negativa, baseada em sanções e condicionalidade, que empurram as pessoas para trabalhos precários e de baixa qualidade (mal pagos, contratação precária, abusivos em termos de direitos dos trabalhadores). É importante referir que Portugal faz parte do grupo de países onde a taxa de trabalhadores pobres (in-work poverty) é consideravelmente elevada, o que revela que nem sempre a entrada no mercado de trabalho tem um impacto na redução da pobreza.
·         Priorizar o combate ao desemprego juvenil que em Portugal atinge uma percentagem considerável da população com idades entre os 15 e os 24 anos (28.6% em Maio de 2016 / p), assim como o desemprego de longa duração que no 1º trimestre de 2016 foi de 7.4%.
·         As situações de discriminação que atingem diferentes grupos, de diferentes formas (discriminação racial, de idade, de género, etc) precisam de ser combatidas pois são barreiras no acesso aos direitos e no combate à exclusão social.

2. A que podemos atribuir as diferentes situações em matéria social e de emprego em toda a Europa?
Existem múltiplas divergências entre os Estados Membros que, em primeiro lugar, são devidas ao tipo de modelo socioeconómico que cada um tem implementado, mas também aos diferentes níveis de compromisso que têm com objectivo de promoção de um crescimento inclusivo. Paralelamente, é ainda necessário referir o compromisso dos Estados Membros com a progressiva distribuição de riqueza, o tipo e a eficácia dos sistemas de proteção social que têm implementado, o compromisso com a qualidade do trabalho e a forma como esta última é negociada com os parceiros sociais. Os países Nórdicos são os que revelam um melhor desempenho nestas matérias, uma vez que possuem um sistema progressivo de tributação, através do qual a riqueza é redistribuída para financiar uma proteção social de qualidade para todos. Para além destas diferenças, é importante destacar algumas das mais recentes tendências que vieram prejudicar o desempenho dos Estados Membros em matéria de emprego e assuntos sociais:
·         O modelo neoliberal que dá prioridade a “soluções de mercado” e privilegia o “crescimento e o emprego”, sem qualquer preocupação com a forma como são distribuídos os benefícios desse suposto crescimento, permitindo que a pobreza e a exclusão social, bem como o emprego precário, se reproduzam.
·         Redistribuição desigual da riqueza o que contribui para o aumento das desigualdades e a polarização social dentro e entre os Estados Membros.
·         Resposta errada e errática à crise financeira e económica, assente em cortes e austeridade que agravam a pobreza e a desigualdade, ao invés de uma aposta num forte investimento social, assente em sistemas adequados de proteção social, serviços acessíveis e de qualidade e empregos sustentáveis.
·         A ausência de uma estratégia integrada (intersectorial e transversal a toda a sociedade) de combate à pobreza quer a nível nacional, quer a nível europeu.
·         A total desorientação e falta de visão das políticas de migração e de refugiados, optando por tentar fazer face às consequências mantendo, ao mesmo tempo, todo o modelo que está na origem do problema.




Por favor continue a ler o documento na íntegra AQUI

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

AÇÃO DE FORMAÇÃO, Beja


  Terapias de 3ª Geração. Sua aplicabilidade e Intervenção na Redução do Stress, Ansiedade e Dor Crónica

O stress é um acontecimento inevitável na existência humana e emerge em diferentes contextos laborais. Como causas de stress no trabalho surgem as condições de trabalho, as relações no trabalho, o conflito e a ambiguidade das funções, a estrutura e o ambiente da organização, a sobreposição trabalho-família, o desenvolvimento da carreira profissional e a natureza do posto de trabalho, pelo que a intervenção no controlo do stress pode ser desenvolvida com recurso a diferentes estratégias.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
  1. A importância do Mindfulness e das Terapias de 3ª Geração na Gestão de Mente e na capacidade de Resolução Ativa de Problemas.
  2. Relação entre a prática de Mindfulness e a redução de estados de stress, ansiedade, depressão e dor crónica.
  3. Mecanismos de desenvolvimento e funcionamento do stress e ansiedade.
OBJETIVO GERAL // OBJETIVOS ESPECÍFICOS
. Compreender o que são Terapias de 3ª Geração.
- Adquirir competências nas terapias de 3ª Geração, gestão de mente, redução de stress, ansiedade e dor crónica.
-Adquirir competências e treino de resolução de problemas.
- Treino e exercícios práticos de Mindfulness e Terapias de 3ª Geração.

METODOLOGIAS DE FORMAÇÃO E AVALIAÇÃO
Privilegia-se o uso de metodologias participativas e dinâmicas que valorizem a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal: método interativo e expositivo, com treino de competências. Avaliação contínua de pergunta-resposta entre formador e formandos; realização de exercícios práticos durante a sessão.


DIA 23 e 24 de Janeiro de 2017
HORÁRIO 9h30 às12h30 e das 14h00 às 17h00
DURAÇÃO 12 horas
LOCAL Instalações do Núcleo Distrital de Beja em Rua do Jornal Ala Esquerda, 20 | 7800-301 Beja
INSCRIÇÃO Associados da EAPN Portugal: 30 // Não associados: 50
PÚBLICO-ALVO Técnicos/as, Coordenador/as, Diretores/as, monitores/as das Respostas sociais, etc.
ÁREA DE FORMAÇÃO 762 – Trabalho Social e Orientação
MODALIDADE DE FORMAÇÃO Formação contínua de atualização
FORMA DE ORGANIZAÇÃO Formação presencial
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO Prioridade a associados da EAPN Portugal // Número de ordem de receção da inscrição
CERTIFICADO DE FORMAÇÃO Presença obrigatória em pelo menos 80% do total da duração da ação
FORMADORA Sofia Rodrigues.
Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta e Formadora. Licenciada em Psicologia, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. Em 2004 desenvolveu a sua formação na área dos cuidados paliativos e mais recentemente na área de prestação de cuidados a pessoas idosas e dependentes, pela Associação Portuguesa de Psicogerontologia. Exerce a sua atividade em clínica privada ao nível da avaliação, aconselhamento e intervenção psicológica em adultos e casais, nas mais variadas problemáticas (depressão/estados depressivos, ansiedade/stress/ataques de pânico, dificuldades relacionais/conjugais, dificuldades de comunicação/assertividade, auto-estima/imagem, luto, sexologia clínica, entre outras). Pós-Graduada em Terapia de Casal e em Sexologia Clínica. Formadora na área da Psicologia e Saúde - Ansiedade, Stress, Depressão, Estilos de Comunicação, Luto, Auto-Estima, Psicoterapia de 3ª Geração (Mindfulness, Técnicas de Respiração e Meditação)


INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES Ficha de Inscrição em anexo // A Ficha de Inscrição pode ser fotocopiada

Após confirmação da sua inscrição, o pagamento deverá ser efetuado por transferência bancária, numerário ou cheque à ordem de EAPN Rede Europeia Anti-Pobreza/Portugal, Associação, até ao dia 20 de janeiro

As inscrições são limitadas a 20 participantes e devem ser realizadas até ao próximo dia 20 de janeiro para:
EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Beja
Rua do Jornal Ala Esquerda, 20 | 7800-301 Beja

telefone: 284325744    fax: 284325745   e-mail: n.beja@eapn.pt

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

BOAS FESTAS


A EAPN Portugal deseja a todos e a todas muito BOAS FESTAS... e convida um por um e uma por uma a ABRAÇAREM a nossa MISSÃO. No ano em que celebramos 25 anos de vida - mais concretamente a 17 de dezembro - é este o presente que gostávamos de receber. Um abraço de encorajamento para prosseguirmos a nossa luta contra a pobreza e a exclusão social...ainda - se é que é possível - mais convictos :)*****

AÇÃO DE FORMAÇÃO, Viana do Castelo


AÇÃO DE FORMAÇÃO

Construção e Avaliação do Plano Individual Infantil (creche, PrÉ-Escolar e Catl)

Face às novas exigências por parte do Ministério da Solidariedade e Segurança Social bem como do Ministério da Educação, é crucial que os técnicos da área infanto-juvenil intervenham de acordo com as novas normas, traçando os planos individuais para cada aluno, cumprindo os requisitos definidos nos Manuais de Gestão da Qualidade.


CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
- Manual de Gestão da Qualidade nas Respostas Sociais do ISS: Enquadramento, Conceitos e Requisitos;
- Definição dos processos das Respostas Sociais Infantis;
- Articulação dos Processos e Instrumentos/Registos;
- A importância do Diagnóstico Pedagógico da Criança - Técnicas de Aplicação;
- Visualização de impressos/documentos necessários para a construção e monitorização do PI;
- Construção do PI;
- Discussão e análise de vários Planos Individuais;
- Articulação com o Projeto Educativo e técnicas de construção de Projeto Sala, e respetiva planificação;
- Cuidados Pessoais e de Saúde.


OBJETIVOS
1. Adquirir competências para a análise e gestão de processos de crianças;
1.1. Abordar os Processos inerentes às respostas sociais de Creche, Pré-Escolar e CATL;
1.2. Analisar pormenorizadamente a articulação dos processos;

2. Obter a destreza para a construção e avaliação de um Plano Individual:
2.1. Explicar a construção de um PI e os instrumentos necessários;
2.2. Visualização de impressos e documentos referentes à temática;
            2.3. Construção e Análise de um PI.


METODOLOGIAS DE FORMAÇÃO E AVALIAÇÃO
Privilegia-se o uso de metodologias participativas, evitando um carácter mais expositivo da formação. Construção, em grupo, de um PI, de modo a avaliar a aquisição de competências.

DIA 21 Janeiro 2017
HORÁRIO 9h30 às13h00 e das 14h00 às 17h30
DURAÇÃO 7 horas
LOCAL Centro Social da Juventude de Belinho – Rua do Calvário, nº 26 / 4740-165 Belinho (Esposende)
INSCRIÇÃO Associados da EAPN Portugal: 20€ // Não associados: 30€
PÚBLICO-ALVO: Educadores de infância, professores, animadores de entidades públicas e privadas
MODALIDADE DE FORMAÇÃO: Formação contínua / de actualização
FORMA DE ORGANIZAÇÂO Formação presencial
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO Prioridade a associados da EAPN Portugal // Número de ordem de recepção da inscrição
FORMADORA
Sílvia Machado
Licenciada em Sociologia, Especializada em Gestão em IPSS; Especializada em Engenharia da Qualidade; Doutoranda em Serviço Social; Consultora e formadora em Gestão da Qualidade em diversos projetos; Docente do Ensino Superior e Coordenadora da Pós- Graduação em Gestão da Qualidade no III Sector.


INSCRIÇÕES
Após confirmação da sua inscrição, e da efectiva realização da acção de formação, o pagamento deve ser efectuado, por transferência bancária, até à data limite de 13 Janeiro 2017. Até esta data deve enviar o comprovativo do pagamento para: vianadocastelo@eapn.pt
As inscrições são limitadas a 20 formandas/os e devem ser realizadas até 13 Janeiro 2017!

A ficha de inscrição (em anexo ao e-mail) deve ser preenchida e devolvida para formalizar devidamente a inscrição para:

vianadocastelo@eapn.pt (preferencialmente)         
Telefone: 258817034